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Temas de "Charade", "The Cardinal", "The Victors" - Film Spectacular Soundtrack Orchestra

Olha o tio Henry Mancini aí de novo. Ele foi mais valorizado que outros compositores nessa coletânea, pois é o único nome que aparece na capa, mas das suas mãos nasceu apenas a música para o filme Charade. O tema de The Cardinal, é de Jerome Moross. E para The Victors os trabalhos musicais ficaram por conta de Mario Nascimbene. Para estes dois últimos filmes os nomes que aparecem são de seus respectivos diretores, o que o diretor de Charade também não deve ter gostado... Créditos... Que tema... Mas vamos ao que mais interessa. É um bonito disco, em sua maior parte dramático, mas com umas pitadas de alegria e esperança. A execução fica por conta da Film Spectacular Soundtrack Orchestra, regida por Niklos Andriano.


Bless the Beasts & the Children (Trilha sonora)

Filme de 1971 dirigido para as crianças e adolescentes, mas com uma mensagem social muito interessante. A sinopse disponível na Wikipedia diz o seguinte: "Seis garotos desajustados -- todos "perdedores", conforme o jargão americano -- são enviados pelos pais para um acampamento de verão. Lá, eles ficam indignados com o abate de uma manada de búfalos. Ao saberem que outros desses animais terão o mesmo destino -- o matadouro --, eles se apossam de um cavalo e de um caminhão para salvá-los."

As músicas são em sua maioria bem calmas, ao contrário do que se imagina ao ler o resumo da estória. A primeira é cantada pelos Carpenters e foi até indicada ao Oscar de melhor canção original.


Valley of the Dolls - Dionne Warwick

Com a permissão da inestimável Wikipedia...

Valley of the Dolls (br/pt: O Vale das Bonecas) (1967) é um drama estadunidense dirigido por Mark Robson e estrelado por Barbara Parkins, Patty Duke, Sharon Tate, Paul Burke e Susan Hayward, entre outros. O filme é baseado no best-seller do mesmo nome de Jacqueline Susann, que vendeu mais de 30 milhões de cópias nos Estados Unidos e foi traduzido em mais de 20 línguas.

Um grande sucesso de bilheteria e um grande fracasso de crítica, ele foi relançado dois anos depois, após o assassinato de Sharon Tate pela Família Manson, provando novamente seu sucesso com o público americano. A música-tema do filme, cantada por Dionne Warwick, se tornou um grande sucesso, vendendo mais de um milhão de cópias e atingindo a posição #2 da Billboard.

O termo "bonecas" é um gíria relativa a antidepressivos, pílulas, drogas e barbitúricos para dormir, usados com prescrição médica, muito em voga na época no meio artístico americano.

Sinopse
Três jovens mulheres aspirando a uma carreira bem sucedida encontram-se em Nova York. Neely O'Hara (Duke) é uma garota de talento que canta num musical da Broadway onde a grande estrela é a legendária Helen Lawson (Hayward); Jennifer North (Tate) é uma atriz de grande beleza e talento limitado, que atua no coro do musical; Anne Welles (Parkins) é uma ingênua do interior que chegou recentemente à cidade e trabalha para a agência que representa Lawson.

Neely, Jennifer e Anne tornam-se amigas rapidamente, compartilhando os laços de ambição profissional e a tendência de se apaixonar pelos homens errados. Neely é demitida da peça porque Lawson a considera uma ameaça, mas auxiliada por um advogado da agência teatral de Lawson, começa a participar de eventos menores e de teletons na televisão que a tornam famosa da noite para o dia e se muda para Hollywood atrás de uma carreira como estrela de cinema. Depois que se torna uma estrela, Neely não apenas passa a ter o mesmo comportamento egoísta e arrogante de Lawson, como se torna dependente de "dolls", drogas com prescrição médica, especialmente pílulas de Seconal, Nembutal e vários estimulantes. Ela acaba traindo o marido, a carreira despenca e Neely é internada num sanatório.

Jennifer segue os passos da amiga e se muda para Hollywood, onde se casa com um cantor da noite, Tony Polar (Tony Scotti) e engravida. Quando descobre que o marido tem, hereditariamente, a Doença de Huntington, um fato que a meia-irmã e empresária dominadora Miriam (Lee Grant) ocultava, ela aborta a criança. Diante das sempre crescentes despesas médicas do marido, ela começa a trabalhar em filmes franceses eróticos para pagar as contas.

Anne, que havia se tornado uma modelo de sucesso, também se vicia em pílulas e barbitúricos para escapar de sua relação condenada com o promíscuo Lyon Burke (Burke), que tem um caso com Neely. Jennifer é diagnosticada com câncer de mama - que Jacqueline Susann enfrentava quando escreveu o livro em 1966 e passou para sua personagem [3] - e, precisando de uma mastectomia, liga para a mãe em busca de apoio moral e financeiro. Sua mãe lhe nega auxílio, constrangida pelos filmes que a filha tem feito e dizendo que tem seus próprios problemas financeiros. Deprimida, Jennifer comete suicídio com uma overdose de pílulas para dormir.

Neely consegue se reabilitar depois de uma temporada internada e tenta novamente reconstruir a carreira, mas sucumbe novamente ao vício de barbitúricos e de álcool e entra num completo declínio. Anne consegue livrar-se de seu relacionamento com Burke e retorna à vida pacata de Lawrenceville, New England, de onde tinha vindo para tentar a sorte em Nova York.




Campeões de Bilheteria

Mais músicas de filmes? Sim, por favor. Aqui tem trilha dos seguintes filmes:

LADO A
Aventureiros do Ouro 
Música: Wanderin' Star, por Lee Marvin. Voz grave, muito parecida com a do Leonard Cohen.

Primavera de uma Solteirona
Música: Jean, por Mills Brothers. Bem sentimental, naquele estilo dos conjuntos vocais dos anos 60.

Romeu e Julieta
Música: Love Theme From Romeo and Juliet, por Ike Cole. Como não poderia deixar de ser, romântica até o osso.

Sebastian
Música: You Gotta Met Me Go, por Jerry Goldsmith. Primeira vez que ouço esse grande nome das trilhas sonoras fazendo uma música mais popular e animada. Normalmente seus temas são tensos e orquestrais, mas aqui não. É quase um rockinho.

O Mundo dos Aventureiros
Música: Corteguay, por Eumir Deodato. Olha nosso brasileiro renomado aí, gente! E ele traz a melhor música do disco. Instrumental e alegre, em clima que lembra muito nosso país. Gênio!

Estranho Casal
Música: The Odd Couple, por Neal Hefty. Também muito boa. Mas se ficasse só no instrumental seria melhor.

LADO B
Os Anos Verdes
Música: Come Saturday Morning, por The Urban Renewal. Aprazível como uma manhã de sábado. Daqueles bem calminhos...

Aeroporto
Música: Airport Love Theme, por George Wright. O teclado é meio perturbador, mas a guitarra salva o baile.

Sangue de Irmãos
Música: The Taste of Love, por The Creative Crowd. Conjunto vocal de homens e mulheres destilando delicadeza e classe.

Perdidos na Noite
Música: Everybody's Talkin, por Mills Brothers. Uma balada country muito bonita.

O Poder Negro
Música: Up Tight, por George Wright. Tem um riff bem legal. Mas não sei, não... De novo o órgão do senhor Wright dá uma estragada no clima. Poderia ser bem melhor.

Butch Cassidy
Música: Raindrops Keep Falling On My Head, por Billy Vaughn. Linda música. Falaremos mais de Billy Vaughn logo mais.



Music From Great Films - Sound Stage Orchestra and Voices

Continuando com as coletâneas de trilhas sonoras, agora com a interpretação da Sound Stage Orchestra and Voices, sobre a qual não se acha nada na internet. É um bonito disco, com destaque para a versão de Moon River (que até na capa ganha um brilho extra) e "The Emperor Waltz", composta por ninguém menos que Strauss. Existe uma versão gringa desse disco com outra capa, bem menos interessante que a nacional.



Blade Runner (Trilha sonora)

Antes de comentar sobre a música desse disco vale ler o que a Wiki nos conta a seu respeito.

"Blade Runner é um filme de ficção científica neo-noir honcongo-estadunidense de 1982 dirigido por Ridley Scott e estrelado por Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young e Edward James Olmos. O roteiro, escrito por Hampton Fancher e David Peoples, é vagamente baseado no romance Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K. Dick.

O filme se passa em novembro de 2019 numa decadente e futurista cidade de Los Angeles decaída com a poluição, o consumismo exacerbado e a consequente busca de novas formas de colonização em outros planetas, para a qual as pessoas são convidadas a aventurarem-se em face do colapso da civilização humana, tanto material quanto moralmente. Destaca-se o quão visionário foi o diretor Ridley Scott, na medida em que a globalização tão amplamente difundida nas últimas décadas, encontra nesta película, um final catastrófico, melancólico e deprimente — animais extintos são clonados e replicados a exemplo do principal quinhão no filme — Replicantes humanos; a existência de uma profusão de culturas, etnias, credos e costumes. Com efeito, mexicanos, chineses, árabes e toda uma gama de culturas convivem neste ambiente sombrio e desanimador. Tal qual podemos vislumbrar o preâmbulo nas sociedades nas quais vivemos atualmente. Neste contexto, seres humanos artificiais, chamados Replicantes, são criados e usados nas mais nocivas atividades, na Terra e, principalmente fora dela. A empresa responsável se chama Tyrell Corporation. Após um motim, os replicantes são banidos na Terra, passando a ser usados para trabalhos perigosos, servis e de prazer nas colônias extraterrenas da Terra. Replicantes que desafiam esse banimento e retornam para a Terra são caçados e "aposentados" pelos operativos especiais da polícia conhecidos como "Caçadores de Replicantes". O enredo se foca em um brutal e astuto grupo de replicantes que recentemente escapou e está se escondendo em Los Angeles, e no aposentado Caçador de Replicantes Rick Deckard, que relutantemente concorda em realizar mais um trabalho para caçá-los.

O filme é uma fina ironia acerca das questões fundamentais que afligem a espécie humana e, é exatamente neste ponto, sob o espectro da moral, da ética e da busca do sentido para a vida, é que as pessoas acabam fazendo com os Replicantes tudo aquilo que as fazem sofrer e o que lhe acarretam as mazelas e vicissitudes da vida.

Blade Runner inicialmente polarizou a crítica especializada: alguns não gostaram de seu ritmo, enquanto outros gostaram de sua temática complexa. O filme foi muito mal nas bilheterias da América do Norte; apesar do fracasso comercial, ele desde então se tornou um clássico cult e é atualmente considerado um dos melhores filmes já feitos. Blade Runner foi elogiado por seu desenho de produção, mostrando um futuro "retrofit", e permanece como um dos principais exemplos do gênero neo-noir. Blade Runner chamou a atenção de Hollywood para o trabalho do escritor Philip K. Dick, com vários filmes posteriores tendo sido baseados por suas obras. Ridley Scott considera Blade Runner como "provavelmente" o seu filme mais completo e pessoal. Em 1993, o filme foi selecionado para preservação no National Film Registry da Biblioteca do Congresso como sendo "cultural, histórica ou esteticamente significante".

Sete versões diferentes do filme já foram exibidas em vários mercados como resultados de mudanças controversas feitas pelos executivos do filme. Um apressado Director's Cut foi lançado em 1992 depois de fortes reações a exibições testes. Isso, em conjunto com a popularidade do aluguel de vídeo, fez este ser um dos primeiros filmes a ser lançado em DVD, resultando em um disco básico com uma qualidade medíocre de vídeo e áudio. Em 2007, a Warner Bros. lançou o The Final Cut, uma versão digitalmente remasterizada de 25 anos feita por Scott, em cinemas selecionados e posteriormente em DVD, HD DVD e Blu-ray.

A sequência, intitulada Blade Runner 2049, foi lançada em 6 de outubro de 2017."

As músicas são bem suaves em sua grande maioria. "One More Kiss, Dear", se ouvida sem contexto, poderia passar por qualquer tipo de filme, mas não em uma ficção científica. Mas é uma das melhores do disco, um jazz feminino, cheio de charme. O mesmo vale para "Blade Runner Blues", fina melancolia na dose exata.

Fonte: Wikipedia 



16 Temas Românticos de Novelas

Pega mel, joga açúcar, completa com caramelo e uma pitada de aspartame. Pronto, está aí a receita de um disco doce e meloso. Lançado em 1978 não diz que quais novelas as músicas fizeram parte. Participam do pacote diabético algumas figuras carimbadas, como Elton John, Alice Cooper, Michael Jackson, Bee Gees e Diana Ross, entre outros menos cotados.

Mais interessante é a música de fechamento, Dolanes Melodie, interpretada por Jean Claude Borelly. Certamente você já ouviu esse instrumental. Ficou curioso?


Thank God It's Friday (Trilha sonora)

Trilha sonora batidão lá dos idos de 1978.

"Thank God It's Friday (br:Até que Enfim É Sexta-Feira; pt: Graças a Deus É Sexta-Feira) é um filme estadunidense de 1978, dirigido por Robert Klane, produzido por Neil Bogart, estrelado por Jeff Goldblum, Debra Winger, Donna Summer e The Commodores. O filme ganhou o Oscar e o Golden Globe Awards de melhor canção (Last Dance, interpretada por Donna Summer).

O filme conta as aventuras e desventuras de frequentadores de uma discoteca na cidade de Los Angeles, dentre estes uma cantora iniciante (Donna Summer) em busca do sucesso."

Há uma versão em vinil triplo desta trilha. Essa versão é de apenas um disco e conta com a participação de Hot Kiss, Donna Stevens, Station Blue Band, Jane MacClington, Lou Gray, Paul Leroy, Capricorn e Peter Kelly.

Disco e capa em excelente estado.

Fonte: Wikipedia.



Emmanuelle

Meninos que nasceram nos anos 70 devem lembrar bem dela... Não necessariamente do filme, mas da série originada depois do seu lançamento. Mas enfim, se você nunca assistiu ou ouviu falar do Cine Privê, confere essa matéria no site da Veja que inclusive tem algumas cenas.


Samson and Delilah

Sansão e Dalila (no original em inglês: Samson and Delilah) é um filme estadunidense de 1949, um épico realizado por Cecil B. DeMille.

O argumento do filme foi adaptado da célebre história biblíca de Sansão e Dalila, no Livro dos Juízes. Possui cenas clássicas como a famosa e monumental destruição do templo.

Sinopse
O hebreu Sansão, famoso pela sua força descomunal, fica noivo de uma mulher filistéia chamada Semadar. Ela é morta logo depois do casamento pelos filisteus na tentativa de matar Sansão. A irmã de Semadar, Dalila, que é apaixonada por Sansão, porém é muito ambiciosa, tenta descobrir o segredo da força de Sansão em troca de pratas e riqueza. Após descobrir que a força está em seu cabelo, Dalila o corta e entrega Sansão aos filisteus sem saber que seu povo o deixará cego e o fará sofrer. No final, a força de Sansão volta e ele acaba matando todos os filisteus em um templo onde ia ser chicoteado.

O vinil abaixo foi prensado nos Estados Unidos em 1978. E se quiser conferir o filme completo ele está logo após as fotos, com as graças do Youtube.

Fonte: Wikipedia





A Noviça Rebelde (Trilha Sonora)

Um sucesso arrebatador quando lançado em 1965, chegou a deixar para trás até monstros como "E o Vento Levou". E o que nos conta a Wikipedia?

"The Sound of Music (bra: A Noviça Rebelde; prt: Música no Coração) é um filme norte-americano de 1965, dos gêneros drama, musical, romance e comédia, dirigido e produzido por Robert Wise, com roteiro de Ernest Lehman baseado no livro de memórias The Story of the Trapp Family Singers, de Maria von Trapp.

Trata-se de uma adaptação do musical homônimo de 1959, escrito por Howard Lindsay e Russel Crouse, com canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, sendo que Irwin Kostal encarregou-se das passagens instrumentais.

Protagonizado por Julie Andrews e Christopher Plummer — que interpretam respectivamente Maria e Capitão von Trapp —, o filme narra as aventuras de uma jovem mulher austríaca que estuda para se tornar uma freira em Salzburgo no ano de 1938 e acaba sendo enviada para a casa de campo de um oficial da marinha viúvo e aposentado, para ser a governanta de seus sete filhos. Depois de trazer música e amor para as vidas das crianças através da bondade e paciência, ela se casa com o Capitão e, juntamente com as crianças, descobre uma maneira de sobreviver à perda sua terra natal através da coragem e da fé."


American Fever

Acredito que esse filme é uma versão italiana dos Embalos de Sábado a Noite. Certamente também muito menos conhecida. Só encontrei referências a ele no IMDB, e mesmo assim bem escassa. As músicas são legais, com aquele batidão marcante do final dos anos 70. Pura disco music para balançar o esqueleto.


Hair

Musical da broadway que virou filme clássico da geração paz e amor. Apesar de prensado no Brasil em 1971, este disco traz as músicas dessa produção flower power em versões cantadas em japonês. Os cantores são muito bons e as melodias ficaram intactas. Para quem não está acostumado com a língua soa esquisito, mas é interessante. E se a coisa apertar mesmo não tem problema, as letras estão todas impressas no encarte. 😅




Flower Drum Song

Flower Drum Song é um filme norte-americano de 1961, do gênero comédia musical, dirigido por Henry Koster e estrelado por Nancy Kwan e James Shigeta.

Acima de tudo sobre o choque de culturas entre chineses conservadores e aqueles já adaptados ao american way of life, Flor de Lótus é o primeiro musical da Universal Pictures na década de 1960. É também a única versão produzida pelo estúdio de um espetáculo de Rodgers e Hammerstein.

O roteiro é baseado no musical de sucesso da dupla, apresentado seiscentas vezes na Broadway entre dezembro de 1958 e maio de 1960. Todavia, tanto um como o outro têm raízes mais profundas -- o romance homônimo do escritor sino-estadunidense C. Y. Lee, publicado em 1957.

Todo o elenco é de origem asiática, uma raridade na Hollywood da época. Juanita Hall e Miyoshi Umeki repetiram os papéis que protagonizaram na versão teatral. Jack Soo também esteve na Broadway, porém em papel diferente.

Bons momentos de dança incluem a sequência de sonho com o balé "Love Look Away" interpretado por Reiko Sato. Por sua vez, "I Am Going to Like It Here", com Miyoshi Umeki, contém uma das mais bem estruturadas letras de Hammerstein.

Sinopse
A jovem Mei Li e o avô Doutor Li chegam ilegalmente a São Francisco, onde Mei Li está prometida em casamento a Sammy Fong, que ama a exuberante dançarina Linda Low, que namora Wang Ta, que não ama ninguém e é filho de um rico comerciante de Chinatown... mas chega um momento em que o círculo se fecha, e Mei Li e Wang Ta caem de amores um pelo outro.




Lisztomania

Bem louco! Admiro dos artistas que ousam sair da zona de conforto e fazerem algo fora do seu gênero. No caso, Roger Daltrey se juntou com Rick Wakeman e ainda tiveram Ringo Starr fazendo participação. Contaram uma versão da vida de "Franz Liszt (Doborján, 22 de outubro de 1811 — Bayreuth, 31 de julho de 1886) foi um compositor, pianista, maestro e professor e terciário franciscano húngaro do século XIX.[1][2][3] Seu nome em húngaro é Liszt Ferenc.

Liszt ganhou fama na Europa durante o início do século XIX por sua habilidade como pianista virtuoso. Foi citado por seus contemporâneos como o pianista mais avançado de sua época, e em 1840 ele foi considerado por alguns como, talvez, o maior pianista de todos os tempos. Liszt foi também um compositor bem conhecido e influente, professor e maestro".

No caso questiono sobre porque alguém ainda não fez uma versão em português para a Wikipedia sobre este filme? Por essa lacuna peço a licença para mandar uma tradução 100% Google Tradutor de uma parte do que lá está escrito:

"Lisztomania é um filme de 1975 de Ken Russell sobre o compositor do século XIX, Franz Liszt. O roteiro é derivado, em parte, de um livro "beijo-e-diga", Nélida, de Marie d'Agoult (1848), sobre seu caso com Liszt.

Retratando o extravagante Liszt como a primeira estrela pop clássica, Lisztomania apresenta o astro do rock contemporâneo Roger Daltrey (de The Who) como Franz Liszt. O filme foi lançado no mesmo ano que Tommy, que também atuou em Daltrey e foi dirigido por Russell. Rick Wakeman, da banda de rock progressivo Yes, compôs a trilha sonora de Lisztomania, que incluiu arranjos de sintetizadores de obras de Liszt e Wagner. Ele também aparece no filme como o deus nórdico do trovão, Thor. Daltrey e Russell escreveram as letras da trilha sonora, e Daltrey forneceu os vocais. Das outras celebridades do rock que aparecem no filme, Ringo Starr, baterista dos Beatles, aparece como o Papa.

O termo "Lisztomania" foi cunhado pela figura literária romântica alemã Heinrich Heine para descrever a resposta massiva do público às performances virtuosas de piano de Liszt. Nessas apresentações, havia mulheres supostamente gritando e o público às vezes se limitava a ficar em pé apenas.

Este filme foi o primeiro a usar o novo sistema de som Dolby Stereo."

Peace at Last, a última, é a melhor.

O vinil tem bastante marcas, mas com pucos ruídos e não pula nenhuma vez. A capa está mais ou menos boa.



Ben-Hur

Clássico absoluto das telonas, Ben-Hur é um filme épico, lançado lá nos idos do distante 1959. Eu lembro da corrida de bigas, que está logo aí abaixo. Vale ler o que a wiki traz de informações sobre essa obra majestosa.

"O filme teve o maior orçamento e os maiores cenários construídos na história do cinema até então. A figurinista Elizabeth Haffenden supervisionou uma equipe de mais de cem fabricantes de roupas, com mais de duzentos artistas e operários trabalhando nas centenas de frisos criados para a produção. As filmagens começaram em 18 de maio de 1958 e foram finalizadas em 7 de janeiro de 1959, sendo realizadas seis dias por semana durante períodos de doze a catorze horas diárias. Os executivos da MGM tomaram a decisão de filmar Ben-Hur no formato widescreen, uma decisão que Wyler não gostou. Mais de duzentos camelos, 2,5 mil cavalos e dez mil figurantes foram usados durante as filmagens. A pós-produção durou seis meses, com a batalha marítima sendo realizada com miniaturas em um grande tanque de água nos estúdios da MGM em Culver City. A corrida de bigas de nove minutos de duração se tornou uma das sequências mais famosas do cinema, enquanto a trilha sonora composta por Miklós Rózsa é a mais longa já composta e muito influenciou outros filmes épicos por mais de quinze anos."

A gravação do filme faz jus ao tamanho da história desse príncipe, que foi até testemunha de passagens bíblicas.

Vinil e capa estão perfeitos. Mint, se preferir.



The Happy Ending (Trilha sonora)

Começa bem romântico, cantado, daquele jeito que seu coração derrete. Mas já na segunda cai para um jazz onde apenas os instrumentos dão espaço uns aos outros sem interrupções. Collage é realmente uma música única. Passa por tantos climas e diferenças que imagino ser quase impossível fazê-la ao vivo. Quem sabe é mesmo uma só uma colagem. E o que vem depois vai na mesma linha. Baixo e bateria são explorados ao máximo. O lado B abre majestoso com Whistle While You Swing, e volta ao romantismo com o mesmo Michael Dees. Quem assume depois é o brincalhão Bill Eaton, que canta como se estivesse jogando com crianças. O compositor de tudo isso, menos as letras, é Michel Legrand um francês talentoso. Aliás, para ele chega só de Wikipedia, vejamos sua página oficial, que ainda está vivo e excursionando.

Super disco! Para melhorar ainda mais com capa e vinil em perfeito estado. Mais um encarte promocional com lançamentos como Nelson Ned e Elizeth Cardoso. Coisa fina!


Illya Darling (Musical)

Quando a peça de teatro só tem resenha em duas línguas na Wikipedia é sinal que não ficou muito famosa. Mas para fins das suas músicas em vinil pode significar também uma boa raridade. A música foi composta por Manos Hadjidakis e as letras são de Joe Darion.

O enredo é o seguinte. "Illya, uma prostituta despreocupada, trabalha na cidade portuária de Piraeus, nos arredores de Atenas. Sem taxas fixas, nenhum cafetão e uma inclinação para dormir apenas com homens que ela gosta, ela difere dramaticamente das outras damas da cidade locais. Seu cafetão, Garbage, trabalha para o misterioso No Face, que cobra das garotas aluguéis exorbitantes. Em sua vida vem Homer Thrace, um americano em busca das glórias da Grécia Antiga. Atraído pelos encantos físicos de Illya, ele decide ensiná-la sobre os clássicos e ajudá-la a se tornar uma dama culta, enquanto ela, por sua vez, o apresenta aos prazeres sensuais. O plano de aula de Homer é separá-la de seus amigos e do viril Tonio."


Golpe de Mestre (Trilha sonora)

Acho que é impossível alguém ouvir Scott Joplin e não gostar. A pessoa pode até ficar indiferente ao som, mas se incomodar com esse maravilhoso início do jazz não dá. A maioria das músicas desse disco são composições de Joplin apresentadas por uma orquestra super afiada. As poucas que não são seguem no mesmo estilo. Em suma, um lindo disco, pra ouvir do começo ao fim com muito prazer.