Exibimos propagandas pois acreditamos que todo aquele que produz conteúdo e compartilha conhecimento merece uma fatia da enorme riqueza gerada pela internet.
Mostrando postagens com marcador Beatles. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Beatles. Mostrar todas as postagens

Lisztomania

Bem louco! Admiro dos artistas que ousam sair da zona de conforto e fazerem algo fora do seu gênero. No caso, Roger Daltrey se juntou com Rick Wakeman e ainda tiveram Ringo Starr fazendo participação. Contaram uma versão da vida de "Franz Liszt (Doborján, 22 de outubro de 1811 — Bayreuth, 31 de julho de 1886) foi um compositor, pianista, maestro e professor e terciário franciscano húngaro do século XIX.[1][2][3] Seu nome em húngaro é Liszt Ferenc.

Liszt ganhou fama na Europa durante o início do século XIX por sua habilidade como pianista virtuoso. Foi citado por seus contemporâneos como o pianista mais avançado de sua época, e em 1840 ele foi considerado por alguns como, talvez, o maior pianista de todos os tempos. Liszt foi também um compositor bem conhecido e influente, professor e maestro".

No caso questiono sobre porque alguém ainda não fez uma versão em português para a Wikipedia sobre este filme? Por essa lacuna peço a licença para mandar uma tradução 100% Google Tradutor de uma parte do que lá está escrito:

"Lisztomania é um filme de 1975 de Ken Russell sobre o compositor do século XIX, Franz Liszt. O roteiro é derivado, em parte, de um livro "beijo-e-diga", Nélida, de Marie d'Agoult (1848), sobre seu caso com Liszt.

Retratando o extravagante Liszt como a primeira estrela pop clássica, Lisztomania apresenta o astro do rock contemporâneo Roger Daltrey (de The Who) como Franz Liszt. O filme foi lançado no mesmo ano que Tommy, que também atuou em Daltrey e foi dirigido por Russell. Rick Wakeman, da banda de rock progressivo Yes, compôs a trilha sonora de Lisztomania, que incluiu arranjos de sintetizadores de obras de Liszt e Wagner. Ele também aparece no filme como o deus nórdico do trovão, Thor. Daltrey e Russell escreveram as letras da trilha sonora, e Daltrey forneceu os vocais. Das outras celebridades do rock que aparecem no filme, Ringo Starr, baterista dos Beatles, aparece como o Papa.

O termo "Lisztomania" foi cunhado pela figura literária romântica alemã Heinrich Heine para descrever a resposta massiva do público às performances virtuosas de piano de Liszt. Nessas apresentações, havia mulheres supostamente gritando e o público às vezes se limitava a ficar em pé apenas.

Este filme foi o primeiro a usar o novo sistema de som Dolby Stereo."

Peace at Last, a última, é a melhor.

O vinil tem bastante marcas, mas com pucos ruídos e não pula nenhuma vez. A capa está mais ou menos boa.



Lisztomania (Trilha sonora)

Vamos de trilha sonora, vinda diretamente da coleção do Nello. Lisztomania é um filme de 1975 escrito e dirigido por Ken Russell. Retrata a vida do compositor húngaro Franz Liszt, contando no elenco com Roger Daltrey (vocalista da banda The Who), o ex Beatle Ringo Starr, Oliver Reed e o mostro Rick Wakeman (da banda Yes). 

Foi esse último que adaptou a música de Liszt e Wagner para o filme. A contracapa ressalta que todo os trechos musicais são baseados na obra deste compositor e exímio pianista clássico nascido em 1811. O resultado foi muito interessante. Algumas partes parecem preservar fielmente a construção e sonoridade original das composições, mas no meio disso surgem criativas misturas com estilos mais atuais. Mesclagem que obviamente seria bem feita por músicos dessa envergadura.

Segundo os produtores do álbum, Franz também foi um dos primeiros ídolos da música, tendo começado a correr toda a Europa com sua música desde os 12 anos, enchendo salas de concerto e o olhar das meninas que sempre o queriam por perto. Esse foi um dos motivos do filme ter escolhido um ídolo do rock para interpretá-lo. Após 150 anos o mundo havia mudado, mas algumas coisas continuam sempre as mesmas... 

Só falta assistir o filme mesmo... hehehe 

Wings Over America

Wings foi uma banda de rock formada em 1971 pelo Paul McCartney. Esse projeto perdurou por 10 anos, mas com muita troca de integrantes. Apenas dois permaneceram ao lado do ex-Beatle do início ao fim: sua esposa Linda McCartney e Denny Laine.

Esse álbum ao vivo, lançado em 1976, é um verdadeiro show. São 116 minutos de música distribuídas em 3 discos. Tudo isso embalado em uma capa dupla, com mais 3 encartes, um poster e 6 selos diferentes. Um espetáculo que não é pra qualquer banda. 

As canções foram gravadas durante a turnê norte americana de 76 e mostram os músicos em ótima forma. Não deu outra, foi o primeiro álbum triplos a chegar ao topo das paradas de sucesso.

Minha cópia é nacional do mesmo ano do lançamento. Tem marcas e um certo nível de ruído, mas mesmo assim garante a satisfação de ouvir esse nobre Sir em ponto alto da sua longa carreira. 


Afrikaan Beat - Bert Kaempfert e sua Orquestra

Hora de dar uma aliviada depois de tanto rock. Para tal intento não pensei muito, apenas puxei aleatoriamente um disco do baú que guarda meus estimados vinilos de jazz. De lá saiu a batida africana, lançada em 1962 pelo senhor Bert Kaempfert. Ele é ninguém menos que o compositor do clássico Strangers in the Night, muito conhecida na voz de Frank Sinatra. Bem, na verdade há uma polêmica sobre o verdadeiro compositor da canção, mas isso não vem ao caso agora.

Esse alemão, que nasceu em Hamburgo em outubro de 1923, também é considerado um dos maiores representante do easy listening, estilo de música surgida na década de 1950, executada por orquestras e, como bem indica o nome, de fácil audição. Aqui no Brasil costumamos denominar esse estilo de música ambiente. Outro fato relevante sobre Kaempfert é que ele foi o primeiro produtor dos Beatles. Segundo o que consta na Wikipedia a história é a seguinte. "Os Beatles retornaram a Hamburgo em abril de 1961, com apresentações no "Top Ten Club". Enquanto tocavam nesse local, foram recrutados pelo músico Tony Sheridan a agirem como sua banda de apoio em suas apresentações na Alemanha e numa série de gravações para a Polydor Records Alemã, produzidas pelo famoso Bert Kaempfert. (...) Mais tarde, Tony foi premiado com o disco de ouro pela vendagem acima de um milhão de cópias do LP Tony Sheridan and The Beatles." Agora, imagina quanto não vale um disco desse! Melhor nem pensar sobre...

Voltando ao herr Bert e sua Afrikaan Beat. O disco possui 12 músicas e nenhuma delas chega a três minutos de duração. Vejamos.

LADO A
1. Afrikaan Beat: Abre bem o disco. Alegre e divertida possui uma passagem bem característica, que se repete em vários instrumentos de metais e cordas.
2. Secret Love: Passa para uma clima mais sentimental. Muito bonita.
3. Black Beauty: Volta para diversão, desta vez com o auxílio de um coral e flautas. O baixo tem uma sonoridade interessante.
4. Yellow Bird: Calminha. Começa com violão e baixo, e aos poucos ganha mais vida um sopro. É uma música contemplativa, que fornece sentimentos diferentes ao mesmo tempo.  
5. Skokiaan: Em ritmo mais acelerado é dançante e alegre.
6. Echo in the Night: O mais interessante nela são as mudanças no andamento. Romântica.

LADO B
1. That Happy Feeling: É uma das mais legais. Tem alguns elementos que não aparecem em nenhuma outra canção do disco. A alternância entre o coral e os instrumentos de corda são pura nostalgia.
2. Symphony: O trompete comanda o show desde o início. O coral, no início bem baixinho ao fundo, e depois mais ressaltado, a torna especial.
3. Market Day: Muito legal. Em verdade é meio parecida com a faixa que intitula o disco, um pouco mais rápida.
4. Answer Me, My Love: Romantismo puro. Ouça e deixe as lágrimas surgirem lembrando do seu amor se ele estiver distante.
5. Happy Trumpeter: Como indica o nome, pense em um trompetista feliz e terás essa música tocando. Ele contagia todos os instrumentos. Ótima!
6. Back Street: E termina o disco com uma música própria para despedida.

Minha versão é a nacional de 1962. Essa aqui.

Revolver - Beatles

É complicado escrever sobre bandas que possuem fãs muito ardorosos. Dá medo de alguém querer te matar por falar mal de alguma coisa. :-D Beatles é uma delas. Mas sou obrigado a fazê-lo, pois em 2015 um remanescente do grupo lançou um novo álbum de estúdio. Ringo Starr concebeu esse ano seu 18º trabalho solo, "Postcards from Paradise". Pouco tempo atrás, apenas 49 anos antes, esse hoje senhor estava envolvido na então recente obra chamada Revolver.

Confesso que não sou grande conhecedor de Beatles. Até pouco tempo atrás nem havia parado para ouvir sequer um disco completo. Sim, eu sei. Falha medonha minha. Afinal, foram os grandes revolucionários do rock e tudo mais. Enfim... Nunca é tarde para resolver pendências, ainda mais musicais. Ainda estou em processo de aprendizagem beatlelística, mas já percebi muito bem a genialidade dos caras. Tanto que aproveitei uma viagem do amigo Rafael aos Estados Unidos e de lá ele me trouxe a edição de 2012 desse clássico.

O fato de todos os integrantes cantarem é muito legal. Trata-se de um bom indicador do poder musical de uma banda, o que fica muito evidente nessa obra. Minhas preferidas são "Taxman", "She Said She Said" e "And Your Bird Can Sing". Agora, para suscitar a polêmica, as que acho mais fracas são "Eleanor Rigby" e "Yellow Submarine". Como dito, não sou a melhor pessoa para falar sobre John, Paul, George e Ringo. Então aproveita o link para Wikipedia e leia a interessante história desse disco.


Dizzy Gillespie - Cornucopia

A melhor versão instrumental da música Get Back, dos Beatles, está nesse disco. Lennon e McCartney devem ter gostado. Stevie Wonder também está presente, com uso intensivo do estéreo, lá nos idos de 69...

Beatles - The Beatles Ballads

Ontem encontrei este disco em uma loja de móveis usados em Palhoça. Preço salgado. Que caiu rápido para R$ 50. Caro mesmo assim, pelo estado. Então não entrou para a coleção. Mas enfim, vale o registro porque a capa é muito bonita. E para mostrar que as vezes o quanto se pede por um disco pode ser um exagero. Beatles é Beatles, mas tudo tem limite. ;-)