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Elf e uma loja nova
Já fazia um certo tempo que eu não comprava discos. Ainda mais novos... Mas umas semanas atrás li uma reportagem sobre uma loja de discos da Dinamarca que teria um bom acervo, e o melhor de tudo, preços acessíveis. Bom, como a vontade de garimpar diminui mas nunca morre, decidi dar aquela vasculhada no acervo. Tem bastante coisa, mas eu só iria finalizar algo que me roubasse o coração. Pois ele foi roubado quando vi ali os primeiros discos do meu adorado melhor de todos os tempos Ronnie James Dio. O primeiro Elf eu já tenho, então mandei ver nos outros dois. E os preciosos chegaram hoje. Lindos, cheirosos! Por apenas 300 e poucos reais, já com o frete. Bom demais. Valeu IMusic!
Cosmos Zapatos
Já viu uma loja de sapatos, discos de vinil e aparelhos de som ao mesmo tempo? Pois ela existe e fica em Bogotá.
Primeiro Garimpo de 2019 no Bagagem Cultural
Semana passada rolou um garimpo de leve no Bagagem Cultural, o rico sebo da amiga Ro. Foram só 3 itens, mas de alta estirpe. O Ray Charles foi o tiro mais certeiro. Um discaço, que alterna entra músicas animadas e alguns lamentos muito bem feitos. O Iron é só a capa, mas como o Eddie é um bonitão, vale a aquisição. E o Metallica, bem, esse eu levo só pra cobrir uma lacuna na coleção em vinil pois sei que provavelmente nunca investiria nesse disco no bolachão. O preço não compensa o som. Mas o cd valeu a pena. Duplo, com um encarte gigantesco e mais um código para ouvir as músicas on-line.
Dica valiosa. O acervo de cds da Ro está absurdamente bom. Os vinis, como sempre, com toda a variedade necessária para uma divertida exploração.
Lojas de discos em Porto Alegre
Esses dias fui rapidamente para Porto Alegre. Mas mesmo sendo uma estada de apenas poucas horas consegui um tempo para ir caminhando até algumas lojas de disco que eu havia mapeado, a "Stoned" e a "Boca do Disco". Mas para minha tristeza nenhuma das duas estava aberta. A primeira tinha mudado de endereço e a segunda, que deveria abrir as 10:00, ainda estava fechada uns 15 minutos depois desse horário. Resultado, ir embora de mãos abanando... Deu só para ver uns discos de futebol a venda numa feira de antiguidades do mercado público, onde também haviam outros itens bem legais.
Lojas de discos em Bogotá (Colômbia) - parte 4
Difícil ir para Bogotá e não ficar tentado a correr atrás de uns discos... Pois não deu outra. Na minha última viagem para a capital colombiana fiz mais algumas explorações vinílicas que renderam. A primeira novidade que conheci foi uma outra sede da loja chamada Tornamesa. Em postagem anterior eu já havia conhecido uma de suas filiais que fica no Centro Comercial da Avenida Chile, bem pertinho, dessa, diga-se de passagem.
O lugar é bem legal e o atendimento também. Possui dois andares com muitos livros, vinhos, cds, discos de vinil e alguns aparelhos e acessórios.A novidade mais positiva e que depois confirmei em outros locais é que o preço de alguns discos novos está bem mais baixo. Aqui, por exemplo, tinha quase toda a coleção do Slayer por pouco mais de 80 reais cada. Um ótimo preço para um vinil zerado.
As fotos abaixo mostram a parte dedicada aos acessórios e toca discos. Tinha agulhas, cápsulas, escovas anti estáticas, pré-amplificadores, entre outras tentações.
E que tal esse conjunto? De encher os olhos, não? Não ouvi o som dele, mas que é bonito, ah isso é.
Aqui uma das seções dedicadas aos livros, que preenchem a maioria dos espaços da loja.
Outro dia, passeando pelo centro da cidade, topamos com uma das filiais da La Música. Essa aí fica na Carrera 7. Não entrei para conferir os títulos e preços, mas pelas fotos vemos que há uma quantidade razoável de discos usados e com preços baixos. Outra filial desta loja também está no Centro Comercial Chile e foi comentada nessa postagem. A diferença é que naquela só vendem discos novos.
Apenas como curiosidade, fotografei no Museu do Outro um toca discos bem antigo. Está em exposição junto com outros objetos "mais modernos" perto da maioria dos antiquíssimos artefatos de metal que já estão.
Por fim, outra foto curiosa é a que mostra a decoração de uma das barracas de comida que estão na subida a pé para o Monserrate, uma grande montanha que fica no leste da cidade. Lá de cima tem uma visão panorâmica imperdível. Tem também restaurantes de comidas típicas bem baratos e outros mais requintados, além de um monte de barracas de artesanato.
Por certo não voltei de mãos vazias. Aproveitei o embalo para trazer o "13" e o "The End" do Black Sabbath. Novos, foram adquiridos na Tango, do Centro Comercial Chile. O primeiro custou 100 reais e o segundo 80. Falo mais deles em uma próxima postagem.
Un abrazo y viva Colômbia!
Veja as outras postagens sobre a Colômbia aqui:
BL Som - Florianópolis
A Lagoa da Conceição, lindo bairro da nossa amada Floripa, também tem um local especial para aquela boa garimpada de discos. Encostada na pracinha, mais precisamente na Travessa Leopoldo João Santos 113, está a BL Som. Além de um bonito acervo de vinis e cds, também está disponível uma variedade de instrumentos musicais usados e acessórios.
Dá para achar coisas muito boas nas prateleiras. Mesmo dando uma passada muito rápida por lá, o que não me permitiu explorar com cuidado todas as possibilidades, vi pelo menos uma dúzia de discos que facilmente estaria na minha coleção. Um em especial me deixou abalado, só não direi qual é amigos leitores, pois em breve vou lá para capturá-lo.
Mas deixo aqui a dica para que visitem o acervo do simpático Ben Hur. Certamente completa com chave de ouro um passeio nesse pedaço abençoada da Ilha de Santa Catarina.
Contatos:
Telefone 48 3371-0836 / Email blsomlagoa@hotmail.com
Telefone 48 3371-0836 / Email blsomlagoa@hotmail.com
Lojas de discos em Bogotá (Colômbia) - parte 3
Mais uma passagem pela capital colombiana, e claro, mais uma incursão vinílica. A primeira loja que vi discos foi sem querer, pois ela não estava no meu mapa. E só a achei porque eu tinha me perdido um pouco no caminho.
A Panamericana parece que vende de tudo. Essa aí fica na Cra. 15 nº 72-14. Não entrei para conferir o que tinha e nem os preços. Mas tirei uma panorâmica meio torta do que estava na vitrine. Em qualquer lugar de lá se acha AC/DC.Voltei para o caminho certo e achei o centro comercial Avenida Chile. Situado na Carrera 10, Calle 72, tem nada menos que três lojas que vendem discos.
A primeira e provavelmente mais famosa é a Tango. Outra filial da mesma rede que relatei nessa postagem. Ao contrário daquela, aqui não há discos usados.
A La Música foi uma surpresa. Não estava no meu mapa, mas surpreendeu pela variedade e qualidade do que oferece. Também apenas vinis novos.
Infelizmente os preços não são doces... Mas também não muito distantes do que se pratica no Brasil. Faça a conversão e comprove.
Por fim a Tornamesa, que era a única que eu achava que iria encontrar lá. Tem uma muito boa seleção e os melhores preços entre as visitadas.
A loja está dividida em dois espaços diferentes. Na retro estão os discos e aparelhos, na outra livros e vinhos. Sabem combinar coisas boas, não?
No dia seguinte ainda deu tempo tempo de passar rapidamente no que acho ser o epicentro do vinil em Bogotá, o Centro Comercial Omni 19 (Carrera 8 #18-81). Em se tratando de garimpo é lá que a coisa acontece de verdade, por causa da quantidade de usados disponíveis.
A foto acima mostra uma pequeníssima amostra das raridades encontradas na loja do Vicente, de onde tirei o Jimi Hendrix abaixo. Disco em estado impecável, ótimo atendimento e uma conversa emocionada sobre a tragédia da Chapecoense.
A mão coçou mais uma vez, e também acabei saindo de lá com outro quase intocado disco do mestre. O Cry of Love veio da El Templo de la Música, que também tem um acervo magnífico, muito rock e preços justos.
Veja as outras postagens sobre a Colômbia aqui:
Lojas de Discos da Rua Augusta
Recentemente tive a oportunidade de explorar as lojas de discos da rua Augusta, na fabulosa capital São Paulo. A primeira visita foi na Augusta Discos (n. 1368). Não haviam muitos vinis, mas o que estavam lá era de calibre. Pelo menos uns 10 do Elvis Presley estavam pendurados na parede, assim como vários posters enormes que chamam a atenção. Lá recebi o folder mostrado na última foto dessa postagem, e com ele desci até o número 560 da mesma rua.
Lá é que o bicho pega de verdade. A Discomania é, de fato, muito recheada. Para ver todo o acervo da loja há que se passar bastante tempo garimpando. A organização dos vinis é um pouco estranha, mas ao mesmo tempo eficaz. Tem uma sessão grande de discos nacionais de rock e pop usados por ordem alfabética e até por banda/artista para aqueles mais consagrados, o mesmo para importados do mesmo estilos. Também há vastas prateleiras de jazz, música latina, mpb e outros estilos. Alguns títulos estão em locais de pouco acesso, sinal que muitos tesouros se escondem por ali. Bom atendimento e preços variados, algumas coisas quase baratas (como um Hendrix importado de primeira prensagem por 80 reais) e outras mais altas do que deveriam (como um Presence, do Led Zeppelin, nacional e nem muito bem preservado por 120 reais).
Subindo a rua novamente, logo após atravessar a avenida Paulista, na rua ainda encontrei um ambulante com alguns discos expostos na rua. Não tirei foto, mas tinha um Jimmy Smith que coçou minhas mãos, só que o preço não estava convidativo. E depois de alguns metros achei a Sensorial Cervejas e Discos. A loja tem uma proposta interessante, e não poderia seria diferente, pois junta coisas que combinam muito: música, bar, comidas e bebida. Lá se vendem apenas discos novos, mas muito bem selecionados e com preço normal para nossos padrões brasileiros. Não tomei uma nem comprei nenhuma bolacha, mas certamente volto na primeira oportunidade.
Abaixo o panfleto que indica o endereço das duas primeiras das lojas postadas aqui e mais algumas outras da nossa grande metrópole do vinil.
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