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A Antiga Coleção do Vinicius

Convenhamos, não é todo dia que se ganha um presente dessa magnitude, hein? Olha isso, que coisa maravilhosa! A nata e o leite integral dos clássicos, em diversos estilos e décadas. Discos e capas em estado absolutamente perfeito. E tem até direito a um pirata duplo. Sem mais palavras para agradecer.
Vina, muuuuuuito obrigado!

Black Sabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Sepultura, Ozzy Osbourne, Ramones, Sex Pistols, Dead Kennedys, Talking Heads, Genesis, Pink Floyd, Supertramp, Dire Straits, Rolling Stones, Focus, Uriah Heep, Jean Michel Jarre, Legião Urbana, Sigue Sigue Sputnik, The Clash, A-ha

The Ultimate Sin - Ozzy Osbourne

Bem, já que em postagem recente comentei rapidamente sobre este disco, vamos agora para uma avaliação integral. A música The Ultimate Sin, que abre e dá o título da obra, até tem uma estrofe boa, mas o refrão é bem chatinho. Acho que exageraram um pouco nos efeitos em alguns trechos da música. Secret Loser segue uma linha parecida, uma estrofe que até empolga, mas o refrão não acompanha. O solo é, digamos, poser demais... E Never Know Why? Mesmo formato. Será um disco de refrões comprometidos com a chatice? Se depender da próxima música, sem dúvida. Thank God For The Bomb é uma bomba. Na minha opinião a música mais sarna da carreira do Ozzy.Parece que quem está na guitarra é um clone piorado do Eddie Van Halen. Enfim, uma lástima. Never, a próxima, should never have been recorded. Não empolga e nem traz nada de novo. A obra finalmente melhora um pouco com Lightning Strikes. O refrão não é lá a coisa mais linda, mas é uma boa música. A "balada" Killer of Giants e a pouco criativa Fool Like You também não são convincentes. O melhor ficou para o final mesmo. Shot In The Dark, que fecha o disco, é boa, aliás, o único "quase hit" do disco. Legal mesmo é a capa. Um cenário infernal, Ozzy brotando da lava/sangue/gosma (?) em corpo de demônio e a Sharon muito mais formosa do que ela realmente é. Elementos suficientes para uma boa viajada. O logo desse figura no encarte também é legal. E a foto mostra o estilo glam de ser dessa época... Para né ó, John? 

No Rest For The Wicked - Ozzy Osbourne

Se o encontro do Ozzy com Randy Rhoads foi um evento que praticamente salvou a vida orgânica do madman, o encontro com Zakk Wilde também pode ser considerado uma salvação, mas agora musical. Convenhamos, The Ultimate Sin, o disco anterior de estúdio, é bem fraco. Shot In The Dark e Lightning Strikes são boas e a capa do disco é legal. Mas fora isso a coisa não andou muito bem. Aliás, acho que a música mais chata de toda sua carreira está ali, Thank God For The Bomb. Dura de aguentar. O fato é que depois de tanto rolo na produção do álbum de 1986, só restou lançar um ao vivo de homenagem ao falecido Randy, dar um tempo pra cabeça e procurar um guitarrista novo. Sorte nossa que ele encontrou. Mr. Wylde trouxe muito mais peso para a banda. Crazy Babies, Miracle Man e Demon Alcohol são os pontos altos. Isso do vinil, porque só na versão em K7 ou CD se encontra uma outra composição inédita deste disco, Hero. Que riff! Na minha opinião No Rest For The Wicked não é o auge da parceria Osbourne/Wylde, mas foi uma ótima introdução do que ainda estava por vir.