A trilha sonora do filme "Amantes de Verão" não é daquelas que tem músicas especialmente feitas para o filme, mas uma coletânea que traz alguns nomes carimbados dos anos 80. Tem Tina Turner, Elton John, Depeche Mode, Chicago e mais uns não tão conhecidos, como Nona Hendryx, Basil Poledouris e Heaven 17. Quem?
A eterna sereia Daryl Hannah faz parte do elenco. A inestimável wikipedia nos conta um pouco da história: "Casal de namorados americanos Michael e Cathy vão para a Grécia passar o verão na Ilha de Santorini onde, apesar de seu amor por Cathy, ele se sente tremendamente atraído por Lina (Valerie Quennessen), uma misteriosa arqueóloga francesa. A beleza exótica de Lina fascina Michael, e ele se vê entre a mulher que ele ama...e a mulher que ele deseja. Mas quando ele revela seu conflito a Cathy, ela surpreende a ambos indo confrontar Lina. O que surgirá desse confronto tornará este o verão mais delirante e instigante de suas vidas."
Pela levada animadas das músicas e pelas fotos fácil é perceber que o personagem do rapaz se deu bem. Constatação confirmada: "In a very tense scene one evening, Cathy encourages Michael to kiss Lina. He gives Lina a light peck, but Cathy says it isn't convincing. He gradually turns up the heat while watching Cathy intently for her reaction. He then kisses Cathy, checking to see how this makes Lina feel. The three end up spending the night together. Lina moves in with them, and they continue enjoying the island paradise as a threesome."
Sapecões...
Exibimos propagandas pois acreditamos que todo aquele que produz conteúdo e compartilha conhecimento merece uma fatia da enorme riqueza gerada pela internet.
Mostrando postagens com marcador Chicago. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chicago. Mostrar todas as postagens
Chicago - Trilha Sonora
Direto da inestimável Wikipedia. "O musical Chicago é baseado em uma peça de teatro de mesmo nome, escrita pela repórter Maurine Dallas Watkins, que foi designada pelo Chicago Tribune para cobrir os tribunais das acusadas a assassinato de 1924: Beulah Annan e Belva Gaertner. Chicago conta a história de duas assassinas rivais presas em Cook County Jail. Velma trabalhava em um Nightclub quando matou o marido e a irmã depois de encontrar os dois juntos na cama. Roxie Hart sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Velma pede ajuda a matrona da prisão Mama Morton e para o advogado Billy Flynn, para tirá-la da prisão e preparar o mundo para um retorno triunfal dela no showbiz. Em 2004, uma versão de Chicago foi apresentada em São Paulo, com direção geral de Scott Faris (que também coordenou a reestreia na Broadway) e adaptação de Cláudio Botelho. O elenco incluía Danielle Winits (Velma Kelly), Adriana Garambone (Roxie Hart), Daniel Boaventura (Billy Flynn), Selma Reis (Mama Morton) e Jonathas Joba (Amos Hart), Guto Bittencourt (Mary Sunshine)."
LADO A
Tudo começa com "Overture", um jazz empolgante e muito bem sincronizado. É a única instrumental e mostra bem a qualidade da banda. Emendada na introdução vem "All That Jazz", que para mim é a melhor do disco. A cantora tem personalidade e uma voz sedutora. "Funny Honey" não é engraçada, como o título leva a crer. "Cell Block Tango" é mais falada do que cantada e, de fato, tem um pouco do ritmo argentino. "When You're Good To Mama" ensina algo valioso, que quando você é bom para mamãe, mamãe é boa para você. A parte instrumental dela é bem interessante. "All I Care About" é boa, mostra que o interlocutor é um apaixonado e se preocupa mesmo com o amor. "A Little Bit Of Good" tem um estilo que lembra a ópera e aqueles cantores super homem. Super mulher no caso desta música. E para fechar a primeira cena vem "We Both Reached For The Gun". Dever ser daqueles momentos onde o elenco todo está no palco.
LADO B
Começa com uma música chamada "Roxie". Meio sensual, meio malandra, cantada por uma moça e com pequenas intervenções de uns rapazes. "I Can´t Do It Alone" começa minimalista, mas logo ganha humor e uma cadência diferenciada, acompanhada por uma voz feminina mais aguda. É divertida. "My Own Best Friend" é uma espécie de lamentação em forma de jazz. "Me And My Baby" é triste e curtinha. "Mr. Cellophane" tem vocal masculino e lembra, de longe, Frank Sinatra. "When Velma Takes The Stand" é engraçada e animada. Uma das mais legais do disco. "Razzle Dazzle" não tem muita graça. "Class" também não me agradou. As cantoras parecem até meio desafinadas. "Nowadays" é um blues deveras agoniante. E "All That Jazz Reprise" é o curto final dos trabalhos.
Musicalmente não é dos meus preferidos, mas olha que linda capa! Fabricado nos Estado Unidos em 1975, ainda mantém o vinil em perfeito estado. Se alguém se interessar, está para negócio.
Assinar:
Postagens (Atom)



