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Selva de Pedra - Nacional e Internacional

Mais uma dupla de novela. Agora com um disco para os brasileiros e outro para os gringos. Interessante que nos dois volumes a última música é repetida, mas executada por dois artistas diferentes. No nacional Rock'n'Roll Lullaby ficou por conta do Freesounds, e no internacional por B.J. Thomas. Além disso tem The Cure, Elton John, Sade, Lulu Santos, Ivan Lins, Beto Guedes, e por aí vai... É Friboi, Tony Ramos? 😜




Metalmorphosis - English Dogs

Se o punk foi uma raiz para o thrash, a rapaziada do English Dogs seguiu caminho contrário. O começo da banda foi totalmente punk. Mas depois a coisa seguiu com sonoridade mais pesada e complexa. Conseguiu bem nesse EP de 1986, com três músicas. Fato é que que a cabeleira da galera chama atenção. Mostra bem como a influência entre estilos está além do som. Acho que com se esses cabelos eles queriam dizer que até o hair metal também serve de inspiração. 
😁


Vinil no Quadro

Olha só que legal essa ideia. Trata-se de uma moldura que armazena a capa, possibilitando que ela seja presa na parede e, ao mesmo tempo, permite facilmente acessar o disco de vinil.

Gostei muito do conceito, pois ele valoriza uma das partes mais legais dos vinis, que é a arte das capas. O perigo é a pessoa ouvir só os preferidos e esquecer dos outros... hehehe



Então, visite a página da Vinil no Quadro e prepare sua parede!


Hardwired... To Self-Destruct - Metallica

Graças a gentileza do amigo Tiago Melo, hora de ouvir a maior banda do mundo em sua atual plenitude. Baita disco! Sem mais comentários, por enquanto.  🤘🤘🤘

Voltando no tempo... Tirando os bichos da caixa!

Lojas de discos em Bogotá (Colômbia) - parte 3

Mais uma passagem pela capital colombiana, e claro, mais uma incursão vinílica. A primeira loja que vi discos foi sem querer, pois ela não estava no meu mapa. E só a achei porque eu tinha me perdido um pouco no caminho. 
A Panamericana parece que vende de tudo. Essa aí fica na Cra. 15 nº 72-14. Não entrei para conferir o que tinha e nem os preços. Mas tirei uma panorâmica meio torta do que estava na vitrine. Em qualquer lugar de lá se acha AC/DC.


Voltei para o caminho certo e achei o centro comercial Avenida Chile. Situado na Carrera 10, Calle 72, tem nada menos que três lojas que vendem discos.


A primeira e provavelmente mais famosa é a Tango. Outra filial da mesma rede que relatei nessa postagem. Ao contrário daquela, aqui não há discos usados.


A La Música foi uma surpresa. Não estava no meu mapa, mas surpreendeu pela variedade e qualidade do que oferece. Também apenas vinis novos.




Infelizmente os preços não são doces... Mas também não muito distantes do que se pratica no Brasil. Faça a conversão e comprove.


Por fim a Tornamesa, que era a única que eu achava que iria encontrar lá. Tem uma muito boa seleção e os melhores preços entre as visitadas. 






A loja está dividida em dois espaços diferentes. Na retro estão os discos e aparelhos, na outra livros e vinhos. Sabem combinar coisas boas, não?


No dia seguinte ainda deu tempo tempo de passar rapidamente no que acho ser o epicentro do vinil em Bogotá, o Centro Comercial Omni 19 (Carrera 8 #18-81). Em se tratando de garimpo é lá que a coisa acontece de verdade, por causa da quantidade de usados disponíveis.


A foto acima mostra uma pequeníssima amostra das raridades encontradas na loja do Vicente, de onde tirei o Jimi Hendrix abaixo. Disco em estado impecável, ótimo atendimento e uma conversa emocionada sobre a tragédia da Chapecoense.



A mão coçou mais uma vez, e também acabei saindo de lá com outro quase intocado disco do mestre. O Cry of Love veio da El Templo de la Música, que também tem um acervo magnífico, muito rock e preços justos.


Lojas de Discos da Rua Augusta

Recentemente tive a oportunidade de explorar as lojas de discos da rua Augusta, na fabulosa capital São Paulo. A primeira visita foi na Augusta Discos (n. 1368). Não haviam muitos vinis, mas o que estavam lá era de calibre. Pelo menos uns 10 do Elvis Presley estavam pendurados na parede, assim como vários posters enormes que chamam a atenção. Lá recebi o folder mostrado na última foto dessa postagem, e com ele desci até o número 560 da mesma rua.







Lá é que o bicho pega de verdade. A Discomania é, de fato, muito recheada. Para ver todo o acervo da loja há que se passar bastante tempo garimpando. A organização dos vinis é um pouco estranha, mas ao mesmo tempo eficaz. Tem uma sessão grande de discos nacionais de rock e pop usados por ordem alfabética e até por banda/artista para aqueles mais consagrados, o mesmo para importados do mesmo estilos. Também há vastas prateleiras de jazz, música latina, mpb e outros estilos. Alguns títulos estão em locais de pouco acesso, sinal que muitos tesouros se escondem por ali. Bom atendimento e preços variados, algumas coisas quase baratas (como um Hendrix importado de primeira prensagem por 80 reais) e outras mais altas do que deveriam (como um Presence, do Led Zeppelin, nacional e nem muito bem preservado por 120 reais).





Subindo a rua novamente, logo após atravessar a avenida Paulista, na rua ainda encontrei um ambulante com alguns discos expostos na rua. Não tirei foto, mas tinha um Jimmy Smith que coçou minhas mãos, só que o preço não estava convidativo. E depois de alguns metros achei a Sensorial Cervejas e Discos. A loja tem uma proposta interessante, e não poderia seria diferente, pois junta coisas que combinam muito: música, bar, comidas e bebida. Lá se vendem apenas discos novos, mas muito bem selecionados e com preço normal para nossos padrões brasileiros. Não tomei uma nem comprei nenhuma bolacha, mas certamente volto na primeira oportunidade.



Abaixo o panfleto que indica o endereço das duas primeiras das lojas postadas aqui e mais algumas outras da nossa grande metrópole do vinil.

Uma Boa Dupla

Um clássico absurdo, aquele que me fez entrar de vez no mundo do rock, e uma ótima indian pale ale dos meus amigos da Welsbier. Combinação perfeita para a continuidade do domingo. 

Trilhas da Novela Roque Santeiro

Estrondoso sucesso da televisão que foi embala por uma seleção de músicas muito bem escolhidas. O que chama atenção é que foram dois volumes apenas com artistas brasileiros. Normalmente sempre há um disco nacional e outro internacional. Mas para Sinhozinho Malta e Viúva Porcina todo embalo ficou por conta de prata da casa. Quem sabe isso tenha sido até mesmo pelo tema tão regional da novela. As canções mais emblemáticas foram a o Roupa Nova (Dona) e do Zé Ramalho (Mistérios da Meia Noite). Um bom exemplo de valorização dos nossos artistas. 


The Flying Machine - Down to Earth


Típico exemplo do que se chama one hit wonder, apelido dado aquele conjunto de bandas que ficam conhecidos por causa de apenas uma música. No caso da The Flying Machine esse sucesso único foi estrondoso a ponto de colocar a mesma música no segundo disco deles, o Down to Earth. De fato, não por acaso, depois desse disco eles começaram a pousar. Os músicos são bons, mas as composições não convencem. O lado A é meio que um cover mal acabado de Beatles dos primórdios. Tem poucas músicas realmente boas. O lado B do disco é um pouco melhor.


Vale a pena ler o hilário texto de apresentação da banda na contracapa do disco.

O encarte promocional que veio junto com esse disco é misterioso. Afinal de contas, quem é esse tal Jefferson? 


Der Chris Bruhn Disco Sound ‎– Dance In

Esse disco também tem uma edição brasileira, essa aí de baixo, que embala o baú de jazz por aqui. Para saber mais sobre o Christian Bruhn é preciso ler em alemão ou francês, que são as duas únicas línguas que possuem conteúdo sobre ele na Wikipedia. Usei a tradução do chrome e, apesar de algumas coisas desconexas, fiquei sabendo que Chris teve suas primeiras tentativas de composição aos quatro anos no piano. Também escreveu músicas para mais de 100 comerciais de rádio e de televisão, incluindo para o McDonald's. As músicas são divertidas, com bastante metais e um tecladinho que provavelmente era o máximo em modernidade nos bailes dançantes da época. Basta ver a cara de alegria das moças da capa para acreditar.

Visiones de lá Esmeralda del Más Allá - Mahavishnu Orchestra

John McLaughlin, Jean-Luc Ponty e o resto da turma da segunda encarnação da Mahavishnu Orchestra foram ao Eletric Lady gravar este disco. Para quem não sabe, esse é o estúdio criado por Jimi Hendrix, que pode aproveitar apenas quatro semanas do seu desejado ninho de criatividade. Ele partiu 4 anos antes de "Visions of the Emerald Beyond" ser eternizado por lá.
O espírito do mestre da guitarra certamente ainda estava lá no local influenciando os músicos. Na minha opinião este disco é elétrico e caótico até um pouco mais do que precisava. Essa resenha no All About Jazz é boa, e mostra que as opiniões são diversas quanto à qualidade da obra.


Como relatado em postagem anterior, adquiri este disco na Argentina em uma das lojas mais legais que visitei por lá. A tradução do título do álbum e o encarte localizam bem o vinil. Converter o nome das obras para espanhol sempre foi algo muito usado pelos nossos vizinhos. Interessante é que nesse encarte só o Dave Brubeck saiu ileso dos tradutores.