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Kingzobullshit Backinfulleffect 92 - Defalla

Os caras do Defalla dificultaram o nome e a leitura do encarte do disco deles de 1992. E não seria diferente, pois eles gostam mesmo é de perturbar. O encarte pornográfico do disco de 1989 que o diga. Se nunca o viu, confere essa postagem do Woodstock Sound, que aliás é tão completa sobre toda a obra da banda que nem escreverei muito por aqui. 

O que tenho aqui é a provocação, em uma tradução livre, "reis da besteira de volta em pleno efeito 92". Dá bem a ideia do que está gravado no vinil. Mas não se engane com a auto propaganda depreciativa do grupo e nem com a mensagem nada elegante da contracapa. Eles fazem uma mistureba com categoria. Muito funk, rock, rap, e otras cositas mas em efetivo pleno efeito.

Infelizmente é um dos discos que não está em melhor estado na minha coleção. Mas por outro lado é possível ouvi-lo sem muitas interrupções. Pelo menos no meu aparelho ele pulou só duas vezes.

Cogumelo rocks!




Cocktail And Dance - Erwin Wiener

Se é na guitarra que o estilo rock se faz com toda força, na música em geral acredito que o instrumento máximo e definitivo é o piano. Nada é mais completo do que aquelas dezenas de teclas brancas e pretas, que levam do grave mais soturno ao agudo mais festivo.

Grandes pianistas costumam estar cercados de bons músicos. E é exatamente isso que se nota ao ouvir este disco do desconhecido Ervin Wiener. Difícil encontrar informações sobre ele. Na página "Discográficas de Brasil: el lado B" diz que ele é natural da Tchecoslováquia. A autora menciona também que ele viveu em São Paulo, gravando desde 1948, em todos os formatos, cerca de 50 discos, com temas internacionais e também brasileiros. 


Continua elevando o músico, indicando seu piano como melodioso, romântico, nostálgico, alegre, entre outros adjetivos. E também afirma que ele fez trabalhos para várias empresas. Esta observação encontra apoio em postagem do blog Sintonia Musikal.

Nesse disco ele executa apenas uma música de sua autoria. As outras são de figuras como o militarístico Morton Gould, o gênio Duke Ellington e o inspirado Tony Osbourne. A maioria são temas alegres, com forte swing e bem dançantes. Certamente um ótimo disco para quem gosta de um jazz fácil de ouvir.

Algumas trilhas sonoras de Nino Rota

Italiano bom de trilha sonora, Giovanni Rota Rinaldi, mais conhecido como Nino Rota, nasceu em 1911 e ficou famoso por suas músicas criadas especialmente para o cinema. Parte de uma família de músicos, escreveu sua primeira peça para orquestra com apenas 11 anos. Compôs para obras de Federico Fellini, Luchino Visconti, Francis Ford Coppola, Franco Zeffirelli, Sergei Bondarchuk, entre diversos outros.

Tenho 3 discos de trilhas compostas por ele. O primeiro é a edição nacional de 1972 do filme "The Godfather", para nós brasileiros, "O Poderoso Chefão", e para os portugueses "O Padrinho". 


Dirigido por Francis Ford Coppola e baseado no livro de Mario Puzo, que também atuou como roteirista, o filme teve a participação de estrelas como Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall e Diane Keaton. Narrando a história da família de mafiosos Corleone, foi indicado a nada menos que dez oscars, vencendo nas categorias de melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor ator (Marlon Brando). A Wikipedia continua informando que foi "selecionado pela Biblioteca do Congresso para ser preservado no National Film Registry. O American Film Institute apontou-o como o melhor filme de gângster de todos os tempos e o segundo melhor filme da história na Lista dos melhores filmes estadunidenses. The Godfather é um dos mais aclamados e mais importantes filmes da história do cinema."

A música está adequada com sua grandiosidade. Quem nunca ouviu alguma versão da magistral "The Godfather Waltz"? Lembro bem da versão rock dela pela guitarra do Slash com o Guns'n'Roses. Confere no Youtube que interessante. Aqui no disco o mesmo tema aparece pelo menos 4 vezes, com arranjos diferentes. E a repetição não é nenhum demérito, pois é, realmente, uma lindíssima música.


Agora, coloca esse menino prodígio compondo músicas para um filme baseado em história da mestra do romance policial Agatha Christie, autora que já vendeu aproximadamente 4 bilhões de livros, ficando atrás apenas de Shakespeare e da Bíblia.

Death on the Nile, que se tornou "Morte no Nilo", no Brasil, e "O Barco da Morte", em Portugal, foi publicado em 1937. O filme foi lançado em 1978 e dirigido por John Guillermin. A narrativa retrata um dos casos mais famosos do detetive Poirot. E se é para comparar grandezas, como fizemos acima com a autora, ele só não é mais famoso que outro detetive fictício chamado Sherlock Holmes.


A melhor sipnose do filme encontrei no SapoMag"Férias em paz e sossego é coisa que não existe para um detective de eleição como Hércule Poirot, que o admite ao escolher o Nilo para o que julgava ser um repousante cruzeiro... A bordo do luxuoso vapor, segue também a milionária herdeira Linnet Ridgeway em plena lua-de-mel. Contudo, esta viagem de sonho é interrompida pela sua morte inesperada e prematura. Poirot encarrega-se imediatamente da investigação, com a sua implacável astúcia e a ajuda de um bom amigo, o Coronel Race. Trabalhando em equipa, acabam por sacudir um verdadeiro ninho de vespas, já que em cada passageiro descobrem um bom motivo para ter cometido o crime - mas nenhuma vontade de o confessar..."

Em termos musicais esse é o disco que mais me agrada. A orquestra regida por Marcus Dods passeia com a mesma desenvoltura por temas tensos e outros bem alegres, todos instrumentais. Das alegres destaco "I Love My Baby", que é deliciosamente cativante.

A capa também merece destaque. Além de ser lindo o design de Feref, o papel tem um relevo texturizado e ainda está no plástico original de fábrica. Meu exemplar é de 1978, fabricado na Grã Bretanha. Tem 37 anos mas com cara de recém nascido. 


Por fim, ainda tenho por aqui a trilha de Waterloo, sobre o qual há mais informações nessa postagem anterior. Essa é a edição nacional de 1971, com capa e vinil perfeitos.


Brazilian Beat Vol. 2 - Meireles e sua Orquestra

Atualização no mesmo dia da postagem, com a resposta da pergunta abaixo pela maravilhosa Wikipedia.
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Quem é o tal Meireles? Infelizmente não sei e nem consegui descobrir nada sobre ele. Aliás, é deveras irritante a falta de informações em alguns vinis brasileiros mais antigos. Mas esse disco deixa claro que é um artista com os dois pés fincados na música brasileira. Percebe-se isso pela lista de composições executadas e porque foi gabaritado a apresentá-las ao público estrangeiro. Acredito que esse lançamento foi destinado mais ao público gringo. Pelo menos é o que dá para supor pela localização dos vendedores dele no DiscogsNo Ebay a mesma coisa: um da Espanha, um dos Estados Unidos e um da Alemanha.

Puro carnaval, com o coro cantando animado em várias músicas. Algumas ficam sem vozes e mais refinadas, como a mais famosa Garota de Ipanema e o lamentoso Desafinado. No geral o trabalho dos percussionistas ficou bem ressaltado, sendo o ponto alto da orquestra.

O disco é mono, foi lançado em 1967, e sua capa é daquelas que o papel vem completamente plastificado de fábrica. Aqui, ambos em perfeito estado de conservação.

A1 Ritmo
A2 Madureira Chorou
A3 Nêga Do Cabelo Duro
A4 Praça Onze
A5 Máscara Negra
A6 A Banda

B1 Marchinha Do Grande Galo
B2 Allah-La-Ô
B3 Cidade Maravilhosa
B4 Mas, Que Nada
B5 Garota De Ipanema
B6 Desafinado


G-Force / Live - Gary Moore

As capas destes dois discos foram modificadas nesse lançamento. Originalmente as fotos possuem tamanhos maiores, ocupando todo o espaço disponível. Mas em 1988 saiu um pacote com os dois álbuns pelo preço de um, como consequencia veio junto o estranho embranquecimento visto abaixo. Desconfio que no Brasil foram vendidos separadamente.

Garry Moore é um baita guitarrista irlandês. Além de ter feito parte da banda Thin Lizzy, teve dois momentos bem marcantes em sua carreira. O primeiro foi mais focado no rock e depois sua palhetadas foram para o blues. Nessa segunda fase é que estão os seus trabalhos mais famosos.

Os dois registros que tenho aqui são de 1980 (G-Force) e 1981 (Live at the Marquee). Nesse período sua pegada ainda era mais pesada. Ambos discos tem pontos altos e baixos. Algumas coisas são demasiadamente farofa, mas determinados momentos mostram bem o amplo leque de influências e a habilidade do senhor Robert William Gary Moore.


Sanguinho Novo... Arnaldo Baptista Revisitado

Olha só que interessante, para não dizer outra coisa... Só tem página sobre esse disco na Wikipedia escrita em inglês. Tradução já, pois é uma obra que merece ser conhecida.

"Sanguinho Novo... Arnaldo Baptista Revisitado (Portuguese for New Little Blood... Arnaldo Baptista Revisited) é um álbum tributo de vários artistas e bandas ao musico brasileiro Arnaldo Baptista, famoso por seu trabalho com a influente banda de rock psicodélico Os Mutantes. Foi lançado em 1989 pela Eldorado. A arte da capa foi feita por Alain Voss, que já havia trabalhado com Os Mutantes desenhando a capa do seus disco de 1972, Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets."

Passada a apresentação preciso dizer que essa é uma peça valiosa para quem gosta de Sepultura e Ratos de Porão. As duas músicas apresentadas por eles ficaram matadoras. João Gordo e seus companheiros inclusive superaram os mineiros, perfeitamente abusando do peso em um violento groove.

Algumas versões são perturbadoras, como a feita pela Atahualpa i us Panquis. Outras divertidas, tal qual "É Fácil", interpretada pelo Skowa. E tantas outras bem psicodélicas. De qualquer forma, o ponto alto são as que receberam o peso máximo.

LADO A
1. "O Sol" Sexo Explícito 4:04

2. "Dia 36"  3 Hombres 3:16

3. "Bomba H Sobre São Paulo"  Vzyadoq Moe 2:58

4. "A Hora e a Vez do Cabelo Nascer" Sepultura 2:17

5. "I Fell in Love One Day"  O Último Número 3:41

6. "Superfície do Planeta" Paulo Miklos 2:06


LADO B
1. "Sanguinho Novo"  Akira S. e as Garotas que Erraram 2:19

2. "Jardim Elétrico"  Ratos de Porão 1:21

3. "Cê Tá Pensando que Eu Sou Lóki?"  Fellini 3:16

4. "Sitting on the Roadside" Atahualpa i us Panquis 3:48

5. "É Fácil" Skowa 2:53

6. "Te Amo, Podes Crer" Maria Angélica Não Mora Mais Aqui 5:07

Os preços dos discos em 1997 - Revista Showbizz

Matéria da edição de maio de 1997 da revista Showbizz. O "ainda" no título parece demonstrar que os jornalistas já estavam certos que o cd dominaria os próximos anos. Mas o mais interessante mesmo é reparar o preço dos discos naquela época. 

O Novos Baianos FC, por exemplo. Na época ainda nem havia sido lançado em formato digital e o vinil custava apenas R$ 20! Hoje está em torno de R$ 300 a edição original e R$ 90 o relançamento. O Raul Seixas, de R$ 36 foi para R$ 150. Os peladões Lennon e Yoko já tinham um preço de R$50, hoje qualquer R$ 1.000 compra uma edição de época. E aquela coleção de música brasileira que saía da banca por míseros R$ 3? 

Ah, que saudades...





Nuvens :-( Tim Maia

Postada originalmente em 8 de outubro de 2016.
Aí a pessoa está garimpando com todo esmero, quando do nada surge a capa abaixo, após duas dúzias de trilhas de novela. Foi de tomar um susto de tanta empolgação. Mesmo com a capa detonada seria muito legal ter um disco desse calibre em mãos. Só que não... Dentro da capa apenas um disco mix promocional do próprio Tim Maia. É como perder a megasena no último número. Uma lástima total. Se o vinil do Nuvens ficou na capa do promocional, que a pessoa que pegou essa capa reconheça a raridade que tem em mãos. 


Atualização em 07/01/2017
E não é que a detonada capa achou seu valioso recheio? O amigo Pedro Cunha agora tem, lá em Pindamonhangaba, um exemplar completo dessa linda raridade. Ele conseguiu até melhorar a arte, tirando aquele óculos de fita dos olhos do Tim, sobre o qual era difícil encontrar uma explicação. Muito legal, tenho certeza que está em boas mãos. Se você quer falar com ele para tentar arrematar essa preciosidade escreve para pdrcnh43@gmail.com.




Evil Dead 2

Continuando nas trilhas sonoras de pura tensão. Mas agora deixando o espaço sideral e aterrizando em uma pequena cabana mal assombrada. Vejamos o que nos conta a querida Wikipedia sobre esse filme, que devo ter assistido uma meia dúzia de vezes...

O filme começa com a reencenação de vários eventos vistos na produção anterior. Ash Williams e sua namorada Linda vão a uma cabana abandonada na floresta para passarem alguns dias de romance. Na cabana, Ash ouve a fita de gravador deixada por um professor de arqueologia (que fora o antigo ocupante da cabana), recitando passagens do Necronomicon Ex-Mortis (ou "livro dos mortos"), descoberto durante escavações recentes. A fala libera uma força demoníaca que possui Linda. Ash é forçado a matar a moça e a enterrá-la. Mas algo permanece e continua a aterrorizar o rapaz.

Nesse ponto, começa a nova história de fato. O espírito invisível ataca e possui Ash, que consegue voltar a si com a luz da manhã. Ash tenta fugir dali mas descobre que a única ponte de madeira sobre o precipício fora destruída (pela força maligna). Quando a escuridão retorna, Ash sente a aproximação do demônio novamente e volta para a cabana, conseguindo impedir que o ser volte a dominá-lo por completo. Enquanto isso a filha do arqueólogo, junto de seu amigo e de um casal de locais que lhes guiam por um novo caminho, chegam à cabana. Ash não percebe os visitantes e pensa que o demônio vai invadir. Ele atira com um rifle por detrás da porta, ferindo a moça local. Os homens o tomam por um psicopata e o prendem no porão, onde se encontra o corpo da esposa do arqueólogo, Henrietta, que agora está possuída pelo mesmo demônio que dominou Linda.

Longe de ser romântico, não? Minha surpresa foi ver algumas estatísticas sobre esse disco no Discogs.

Have: 10
Want: 101
Avg Rating: 3.71 / 5
Ratings: 7
Last Sold: 27 Oct 16
Lowest: R$168.98
Median: R$181.13
Highest: R$270.90

Cópia nacional. vVinil em muito bom estado e capa com algumas manchas. Assombrosamente feliz em tê-la por aqui, caveirinha sorridente...

Alien (Trilha Sonora)

Como não lembrar desse clássico de terror espacial? Lançado em 25 de maio de 1979, com a direção de Ridley Scott, é um primor cinematográfico em termos de tensão e cenários perturbadores. Para quem ainda não assistiu vale o resumo da Google.

"No espaço profundo, a tripulação da espaçonave comercial Nostromo é despertada de suas cápsulas crio-sono no meio da sua jornada para casa, para investigar um pedido de socorro de uma nave alienígena. O terror começa quando a tripulação encontra um ninho de ovos no interior da nave alienígena. Um organismo pula de dentro do ovo e se afixa em um dos tripulantes, deixando-o em estado de coma."

Como não poderia ser diferente, a música que embala essa aterrorizante aventura é tensa. Foi composta por Jerry Goldsmith, conduzida por Lionel Newman e executada pela The National Philharmonic Orchestra. Aliás, Jerry foi muito cotado para trilhas de ficção científica. Veja outro disco do mesmo compositor nessa postagem.

Meu exemplar é da primeira prensagem de 1979. importado dos Estados Unidos. A capa, apesar de um minúsculo rasgado no canto inferior traseiro, ainda está no plástico de fábrica. O vinil em perfeito estado, sem uma marquinha sequer. E ainda tem o original encarte da gravadora.

Confere mais informações desse disco no Discogs.

Férias e o meu outro toca disco

Mesmo de férias e longe de casa ainda consigo curtir um som de vinil. Esse aí é o aparelho de som que meu pai me deu de presente quando passei no vestibular. Está na casa da minha mãe e garante o som quando estou longe do meu set principal. Não é dos mais fiéis, principalmente por não ter cápsula magnética, mas dá conta do recado. Apesar de ser da época que o vinil estava em franca decadência, é de uma boa marca, o que ajuda na qualidade do som e na durabilidade. Junto com ele fica uma pequena parte da minha coleção: os discos de música sertaneja e nativista, os infantis e algumas coletâneas meio estranhas. Também costumo ouvir nele umas poucas fitas cassete que sobraram no acervo. E é isso, amigos. Que venham os próximos lindos dias de descanso. Grande abraço e feliz 2017 para todos nós!

Crossroads - Trilha Sonora

Crossroads é um longa-metragem de 1986, dirigido por Walter Hill e estrelado por Ralph Macchio e Joe Seneca. A música é de Ry Cooder e, apesar do super guitarrista Steve Vai aparecer no filme, ele não toca nada no disco. Na minha modesta opinião, uma grande falha. Pelo menos um solo ele deveria ter feito.
Começa com uma versão agitada e bem vocalizada de Crossroads, do lendário Robert Johnson. Down In Mississippi é mais séria, mas encanta com sua batida mais lenta e quebrada. Cotton Needs Pickin' traz velocidade e diversão. E logo depois Viola Lee Blues tem um instrumental cativante. See YouIn Hell, Blind Boy fecha o lado A quase que destoando de todas as outras músicas.

He Made a Woman Out of Me é a única cantada por uma mulher. Amy Madigan manda bem, me lembrou uma das vocalistas do Commitments. Feelin Bad Blues, como facilmente se percebe pelo título, tem um clima de blues melancólico. Mas apesar da tristeza é um dos pontos altos do disco. Instrumental e tocada com apenas com dois instrumentos traz simplicidade e sentimento.

Somebodys Calling My Name só tem vocais e guitarra. Mas isso só engrandece a canção, que vai lindamente para o lado soul. Willie Brown Blues é bem animada. Quem canta é Joe Seneca, um dos atores do filme. Aliás, acho que se ele tivesse emprestado sua voz em mais musicas o disco seria melhor. A trilha fecha com Walkin Away Blues, uma simples e bonita conversa entre guitarra e harmônica. 

Com infos da querida Wikipédia.